a ideia de saber o destino do raio marrom
regido pelo filamento
da cabeça do homem que voa
é algo nunca estranho, nunca o oculto,
nunca a mania de pendurar
nos varais pedaços do sangue,
do leite, da ancestralidade
do que você ainda não compreendeu
por não possuir lógica,
por esquecer de perceber nos grilos algo oriental,
algo de pequim, algo do último imperador,
da para sempre criança altentica
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