sexta-feira, 20 de novembro de 2020

eu poeta embrenhado a fumaça do incenso de massala;
em nossa sala, uma luminária oriental espalha
em nossos olhos curiosos, os raios que nos liga,
que nos larga na calda do pavão,
na calda do tempo, do tempo presente,
do tempo agora
homem comum movido pelo sentimento,
pela friagem maritima da jacarepaguá terra do nunca,
das letras que são maciços, penhascos gigantes,
gigantes pedras cobertas de intensa vegetação,
de fios d'água

( EDU PLANCHÊZ MAÇÃ SILATTIAN )

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