o poeta comedor de folhas de serralha
( que sou eu ) descobre que nas folhas
do céu de novembro há uma nova resina
atada a um grampo preso aos intervalos das horas,
grampo esse que esteve em seus cabelos de filosofia,
em sua vestes adoradas
todas as jóias para adornar os pés de minha mãe mulher catarina crystal, taças para despejar o vinho e o caldo o amor dos espinhos toma co...
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